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9 de setembro de 2013

Spotlight - Monitoramento de Servidores Windows


É quase impossível para um profissional de TI diagnosticar, solucionar problemas de desempenho e resolver todos os problemas que afetam os componentes do sistema operacional (SO) Windows usando métodos manuais.

O Spotlight é uma ferramenta free para diagnosticar e ajudar a resolver problemas em servidores Windows.

Com uma visão gráfica e única dos componentes internos do sistema operacional Windows, a ferramenta da Quest, Spotlight permite identificar e eliminar gargalos no ambiente Windows rapidamente.
Exibindo todo o fluxo de dados do SO em tempo real, o Spotlight ajuda a identificar e resolver rapidamente problemas de performance.


Tempo para resolução de velocidade - Ao exibir a atividade real do sistema operacional Windows, I/O e kernel, Spotlight pode identificar a origem dos problemas que eles ocorrem. Com o seu conhecimento avançado do Windows, o Spotlight interpreta os dados brutos, tira conclusões e recomenda soluções, reduzindo drasticamente o tempo de resolução.

Minimizar o tempo de inatividade - Spotlight oferece um processo de calibração que ajusta automaticamente a linha de base de atividade normal e define limites para cada sistema. Isso permite que o Spotlight para enviar alertas de problemas iminentes com alertas visuais e sonoros, ajudando você a eliminar os gargalos antes que eles afetem a disponibilidade dos usuários finais.
A partir de uma tela de visão geral, os DBAs podem ver as sessões mais ativos usuários, instruções SQL, fechaduras, espera e atividade de banco de dados para identificar e aliviar áreas problemáticas que eles ocorrem.

Reduzir custos e aumentar produtividade - Spotlight exibe todos os componentes críticos do sistema operacional Windows em uma tela, eliminando a necessidade de abrir e visualizar várias janelas. A partir desta tela, você pode facilmente pesquisar para obter informações detalhadas sobre qualquer componente.
Fornecendo todas as informações para resolver um problema em uma interface, Spotlight reduz a quantidade de tempo que você gasta na resolução de problemas, permitindo que você se concentre em tarefas mais importantes que exigem seu conhecimento especializado.


Atenção: Spotlight no Windows é gratuito suportado.
 
A chave de licença é fornecido no pacote de download e expira um ano após a instalação, mas não se preocupe, pois uma nova chave será disponibilizado antes da data de expiração de sua chave atual. 


 

5 de setembro de 2013

Navegação Anônima com TOR



Desde a revelação dos programas de espionagem da NSA todo mundo passou a se preocupar um pouco mais com a privacidade online. E isso é ótimo para o TOR, um pacote de software e rede de computadores que permite usar a internet de forma anônima. E para qualquer um que use ele também.

TOR é uma sigla para “The Onion Router”. É o nome que referencia tanto o software instalado no seu computador quando a rede de computadores que gerencia as conexões do Tor.

O Tor inclui softwares de anonimato junto com um browser especial, mas é a rede que faz ele se beneficiar mais deste pico de interesse. Nas últimas semanas, o crescimento do número de clientes Tor foi de 100%. Não está claro o motivo desse aumento – a questão da NSA pode explicar uma parte, mas não tudo – mas estamos diante de um recorde histórico.
O que significa Tor?

No cenário atual, o Tor é o jeito mais rápido e simples de navegar anonimamente na web, entenda como o sistema funciona.

O Tor permite rotear o tráfego na web através de diversos computadores na rede Tor para a parte do outro lado da conexão não conseguir rastrear o tráfego de volta até você. 
Desta forma, quando mais usuários usam o Tor, mais protegida é a sua informação. 
Como o nome sugere, ele cria uma série de camadas para esconder a sua identidade do resto do mundo (como em uma cebola, ou “onion” em inglês).



Os computadores que lidam com o tráfego intermediário são conhecidos como Tor Relays, e existem três tipos diferentes deles:

1 - Middle relays cuidam do tráfego no caminho. Qualquer um pode ser um roteador intermediário do conforto do seu lar sem temer problemas com atividades ilícitas que passem por essas conexões. Esses que servem como finais precisam de um pouco mais de cuidado já que são eles os alvos da polícia e dos detentores de direitos autorais caso alguma atividade ilícita seja detectada.

2 - Bridges relays, ou as pontes, são relays que não são listados publicamente, provavelmente para proteção contra bloqueadores de IP. 

3 - End relays são os últimos da cadeia de conexões,
 
Você não precisa rodar um relay para usar o Tor, mas é aconselhável que use um.

O usuário médio do Tor está seguro, na maior parte do tempo. O software é usado por jornalistas, dissidentes políticos e mais para garantir a privacidade e segurança, e é realmente difícil rastrear alguém usando o Tor. Ele é usado até por uma área da Marinha dos EUA para operações de segurança (na verdade, ele foi criado como parte de um projeto da Marinha dos EUA cujo propósito era criar formas de proteger as comunicações do governo dos EUA). Até onde sabemos, a NSA presta atenção no Tor. Mas se ele é bom o suficiente para uso militar, então é bom também para você.
A interface gráfica do Tor chama-se Vidalia. Ela é instalada automaticamente e permite que o usuário acesse as configurações do Tor com facilidade.

O TOR também tem algumas desvantagens
A desvantagem mais notável ao usar o Tor está na performance. Já que o tráfego da internet está sendo roteado por ao menos três camadas, ele acaba se perdendo no caminho – em outras palavras, fica lento. Isso é especialmente perceptível em elementos mais pesados como áudio e vídeo, e dependendo da quantidade de usuários agindo como relays, pode piorar com mais pessoas na rede. O Tor sabe bem desta limitação de velocidade, e conta com um guia para solucionar possíveis problemas.

Usar o Tor fica complicado quando as agências de inteligência entram em ação. Obviamente, os falcões da segurança cibernética do governo estão cientes do Tor e de suas capacidades. 
Como já disse antes, eles acham que o uso do Tor é motivo de preocupação. Como o documento vazado assinado pelo General Eric Holder detalha, a NSA identifica pessoas usando softwares de anonimato como o Tor como estrangeiros por padrão. Esses usuários “não são tratados como pessoas dos Estados Unidos, a não ser que sejam identificados positivamente como isso, ou que a natureza ou circunstâncias das comunicações da pessoa deem motivo para se acreditar que seja alguém nos Estados Unidos.” Se for confirmado que é alguém nos EUA, os registros são destruídos.

Existem outros riscos a serem considerados antes de usar o Tor. Os que hospedam relays de saída atraem atenção de agentes da lei e podem receber acusações de violação de direitos autorais, entre outras coisas. Também é possível que seu computador seja apreendido caso você rode um exit relay, apesar de até hoje ninguém ter sido processado nem julgado por isso. Por fim, assim como em qualquer serviço anônimo, sempre há a possibilidade de hackers espertos conectarem os pontos e descobrirem quem você é. É bem difícil, mas não impossível.

Algumas alternativas ao Tor

O método mais popular de se tornar anônimo é usar uma Virtual Private Network (VPN), especialmente as criptografadas. Como o nome sugere, uma VPN é uma rede privada que se espalha pela internet pública permitindo que ela pode ser usada para criptografas dados ou aumentar a segurança de contas individuais. Dependendo de qual VPN você use, você terá acesso a diferentes níveis de segurança. A boa notícia é VPNs funcionam bem. A má notícia é que custam dinheiro.

Existem centenas de opções por aí, abaixo algumas que são opções estabelecidas e confiáveis

IPredator

Aprenda mais sobre redes VPNs no Lifehacker 

Similar ao acesso à internet via VPN é usar um proxy. Um servidor proxy anônimo é bem parecido com o que você espera do Tor, só que você vai ter mais controle sobre quem você quer que se conecte e quando. 
Assim como um relay, o tráfego do seu computador via passar por um proxy e chegará ao outro lado, algumas vezes sem coleta de dados da origem dele. 

Devo ou não utilizar o TOR?

Antes de você decidir, pense bem no que você faz online e os motivos de querer o anonimato. 
Se você só esconder os sites pornográficos que acessa ou algo assim, um modo de navegação anônima como o do Chrome provavelmente é o suficiente. 
Mas se você quer evitar que as autoridades rastreiem suas ações, seja por pirataria ou qualquer outro motivo – não estamos aqui para julgar ninguém – ou está assustado com o que a NSA pode fazer, uma solução mais completa é o mais indicado.

Então se você quiser usar a internet totalmente anônimo, use o Tor. 

O Tor é bom o suficiente para você e para milhões de pessoas na rede. E sempre fica melhor.